FMC APRESENTA LANÇAMENTOS DE ALTA TECNOLOGIA NO 8º CONGRESSO BRASILEIRO DO ALGODÃO & COTTON EXPO 2011

15 de setembro de 2011

Soluções visam aumentar a produtividade e a qualidade da fibra.

A FMC Agricultural Products participa do 8º Congresso Brasileiro do Algodão & Cotton Expo 2011, que acontece em São Paulo, entre os próximos dias 19 e 22 de setembro, com novidades desenvolvidas especificamente para oferecer aos cotonicultores o que há de mais moderno no manejo de lavouras de algodão. Para assegurar uma qualidade superior da fibra, a empresa lança o herbicida Profit, o inseticida nematicida Rugby 200 CS e o regulador de crescimento Legend.

A equipe de algodão da FMC receberá os participantes do Congresso, a fim de tirar dúvidas sobre as novidades e o portfólio diferenciado da empresa para a cultura do algodão.

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Sobre os Produtos

Profit – Herbicida
Diferencial: Mais potência e precisão na luta contra as plantas infestantes

Inibidor de Síntese de Caroteno e Protox

Controla folhas largas e gramíneas com residualidade

Excelência no manejo de plantas tolerantes

Ação em pré-emergência e pós-emergência das plantas infestantes

 

Rugby  200 CS – Nematicida/inseticida

Diferencial: Mais força no controle de nematóides

Versátil, podendo ser aplicado em qualquer tipo de solo

Residual prolongado

Nova opção para o controle de nematóides no algodão

Formulação microencapsulada

 

Legend  250 SL – (Regulador de crescimento

Diferencial: Mais controle no crescimento do algodão, sem limitar a produtividade

Formulação moderna: mais concentrado

Maior velocidade de absorção

Manejo fácil com menor descarte de embalagens

Plantas de algodão mais homogêneas

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Sobre a FMC Agricultural Products

A FMC é uma multinacional americana que atua globalmente em diversos segmentos, empregando cerca de 5 mil pessoas em 34 países. No Brasil, a FMC está sediada em Campinas. É no setor agrícola que ela tem mostrado sua vocação, com uma extensa linha de produtos para controle de  pragas, plantas daninhas e doenças em culturas como algodão, arroz, batata, café, cana-de-açúcar, citros, milho, soja, tabaco, tomate entre outras.

Líder nacional no fornecimento de defensivos agrícolas para as lavouras de cana-de-açúcar e algodão, a FMC vem reforçando sua posição no mercado de produtos voltados ao cultivo de grãos, HF, Café e Citrus.  Até 2014, a empresa lançará mais de 40 novos produtos, cujos registros já estão em andamento. A expansão do portfólio faz parte dos investimentos da empresa em tecnologia em prol de melhor rentabilidade na produção agrícola. Dentro de quatro anos, a empresa visa dobrar seu faturamento anual.
Com faturamento anual de US$ 515 milhões em 2010, a FMC é focada em nichos de mercado nos qual a liderança é conquistada por meio de investimentos em pesquisa, orientação ao cliente, novas tecnologias, segurança e, principalmente, em pessoas motivadas e predispostas em se inovar e se superar.

A empresa se destaca por ser  ágil, dinâmica, focada em antecipar as necessidades dos clientes, no resultado dos negócios, e na sustentabilidade social e ambiental das comunidades onde está presente. 
FMC. Uma empresa que se propõe sempre a Fazer Mais pelo Campo e acredita que o seu sucesso está no sucesso de todos os elos da cadeia: clientes, colaboradores e fornecedores.

www.fmcagricola.com.br

ULTRA CONCEITO PARA O MANEJO DA COTONICULTURA: PROMESSA DA BASF PARA A COTTON EXPO 2011

30 de agosto de 2011

Fernando Costa Abreu, gerente de Marketing de Cultivos da BASF, responsável pela cultura do algodão no Brasil, conversou com a organização do 8º CBA & Cotton Expo 2011 sobre o cenário da cultura do algodão no Brasil e a importância de um bom pacote tecnológico. Ele também acrescentou que eventos como a Cotton Expo são importantes para que o produtor atinja índices cada vez mais altos de produtividade, qualidade e excelência na agricultura.

A cotonicultura vem crescendo em importância no cenário agrícola brasileiro. Quais as perspectivas para o setor?

De 2009 para 2010, o valor exportado para o algodão em caroço teve um incremento de cerca de 19%. Esse aumento ocorreu devido à variação do preço médio do algodão que subiu em 21% de um ano para o outro. Segundo projeções do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), o consumo interno até 2019/20 deve seguir uma taxa anual de crescimento de 1,57%. Os dados demonstram que as perspectivas para o mercado cotonicultor são boas tanto para exportação quanto para o consumo interno.

Para o cotonicultor, qual a importância de investir em inovação tecnológica?

A BASF acredita em inovação e tecnologia para auxiliar o produtor a atingir altos índices de produtividade, qualidade e excelência na agricultura. Para se ter uma ideia, a produtividade média do algodão em caroço para a safra 2010/11 aumentou cerca de 1,7% em todo o país, segundo dados da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). Apesar de nessa safra o clima não ter sido totalmente favorável, muitos dias de pouca luminosidade, esse incremento foi possibilitado devido ao investimento que o cotonicultor fez em pacotes tecnológicos.

A BASF fala em agricultura de excelência. O que significa esse conceito?

A BASF viabiliza a Agricultura de Excelência por meio de relacionamento, proximidade, inovação, ferramentas, serviços e educação; visando a produtividade, qualidade e a rentabilidade nas lavouras brasileiras. Em 2010, a empresa investiu 393 milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento de novas soluções para a agricultura.

A Cotton Expo está atingindo a maturidade. Já são oito anos de realização do evento. Como a empresa percebe esse movimento na cotonicultura?

É de extrema importância para o setor a realização de um evento com essa abrangência. Na busca por soluções inovadoras para o campo, a oportunidade de estar em um palco de discussões para troca de informações e experiências, contribuindo para que o produtor esteja mais preparado. Nesta edição da Cotton Expo, a BASF vai apresentar um Ultra conceito para o manejo da cotonicultura, além de palestras técnicas. Divulgaremos mais informações em breve. Vale a pena conferir. Aguardem!

Em sua opinião, qual o grande diferencial desta edição do CBA e da Cotton Expo?

Além de uma programação rica em discussões pertinentes como mini-cursos sobre manejos integrados e discussões sobre temas macroeconômicos, a realização do evento em São Paulo incentiva uma nova abordagem ao tema. Trazer o evento para a capital paulista certamente contribuirá para que os cotonicultores e as demais áreas envolvidas nesse segmento dêem mais um passo em direção a excelência na agricultura.

“O Brasil cresce nas crises”, diz o ex-ministro Rubens Ricupero

16 de agosto de 2011

11 de agosto de 2011 | 17h11

Tânia Rabello

O impacto da crise nas Bolsas do mundo sobre as commodities, sobretudo as agrícolas, é pontual e não deve perdurar muito, acredita o ex-ministro da Fazenda e diplomata aposentado Rubens Ricupero. Em entrevista exclusiva ao Estado, Ricupero, que será um dos palestrantes do 8.º Congresso Brasileiro do Algodão e Cotton Expo 2011, entre 19 e 22 de setembro em São Paulo (SP), disse que, apesar de haver muita especulação – o que provocou a fuga dos investidores para ativos mais seguros, como ouro e os títulos do Tesouro americano –, ainda há muito dinheiro investido, por parte desses fundos de investimento, em commodities, como aponta um recente estudo da União Européia. “Não acredito, por isso, em uma fuga em massa desses fundos”, disse.

Além disso, outros fatores devem continuar ditando os preços internacionais, como a alta demanda da China e Índia, principalmente. “A China ainda tem 50% de sua população vivendo em zonas rurais; a Índia, 35%”, explica o ex-ministro. “A tendência para os próximos anos é a maior parte desta população continuar migrando para os centros urbanos, processo, aliás, pelo qual o Brasil já passou, com 80% de sua população vivendo em zonas urbanas. Teremos, como consequência, menos gente para produzir e mais gente para consumir.”

Para ter-se ideia do impacto que representa a China migrar sua população para centros urbanos, Ricupero lembra quando, nas últimas duas décadas, 350 milhões de chineses voltaram-se à manufatura. “O resultado foi a inundação do mundo com artigos chineses, produzidos com mão de obra barata.” Além disso, deve-se levar em conta que o crescimento da população mundial – que deve atingir 9 bilhões de habitantes em 2050 – tem ocorrido principalmente nos países da Ásia e da África.

O crescimento mundial, na verdade, já está sendo ditado pelos países em desenvolvimento e deve continuar assim pelos próximos anos. “A taxa de crescimento dos países emergentes e os subdesenvolvidos está na base de 6,4% ao ano, enquanto o crescimento mundial é de 3,2% ao ano, lembrando, ainda, que o crescimento dos Estados Unidos – que já entraram numa recessão não declarada – tem sido de apenas 0,8% ao ano”, explica.

“Estamos vivendo esta dicotomia, na qual os países desenvolvidos estão se afundando na crise e os países emergentes e em desenvolvimento seguram o crescimento do mundo”, diz ele, acrescentando: “Esta dicotomia precisa continuar, para que não haja uma crise ainda mais grave.”

De todo modo, Ricupero acredita que a turbulência no mercado de ações ainda vá perdurar por seis meses ou mais, “porque os fatores que estão provocando essa turbulência não vão desaparecer tão cedo, como os cortes obrigatórios que os Estados Unidos terão de fazer no seu orçamento até 27 de novembro e o problema da dívida dos países da União Europeia, que começou com países periféricos e agora chegou à França, a segunda economia do bloco”.

Ainda sobre os cortes no orçamento norte-americano, ele aposta que o Brasil pode se beneficiar, já que aí estariam inclusos os pesados subsídios aos agricultores americanos, que distorcem o comércio mundial de commodities agrícolas. “A defesa nacional americana é o setor que prioritariamente sofrerá os cortes, mas isso representa apenas 30% do total necessário”, lembra Ricupero. “Os outros 70% passarão por vários setores, incluindo o dos subsídios agrícolas.”

“O Brasil tem crescido nas crises”, afirma Ricupero, que acredita que, se, no pior dos cenários, o mundo cair numa forte recessão, o País tem condições de minimizar o impacto disso tomando várias medidas internas. Entre elas, reduzindo sua taxa de crescimento de 3,5% a 4% ao ano – o que não seria um desastre, já que a taxa de crescimento demográfico do Brasil reduziu-se para apenas 0,8% ao ano –; baixando os juros para manter o consumo aquecido e o nível de produtividade – “Caso haja uma recessão, reduz-se a pressão inflacionária e abrem-se condições para a redução dos juros”, explica –; e, além disso, cortar gastos com a máquina pública. “Numa situação de crise como essa, em que o mercado externo se comprime, deve-se voltar para o mercado interno”, diz o ex-ministro. “O Brasil vai ter de crescer para dentro, não para fora”, finaliza.

Embaixador Rubens Ricúpero

Bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (1955-1959). Fez curso de preparação à carreira diplomática do Instituto Rio Branco, no Rio de Janeiro, entre 1955 e 1960. Atualmente é presidente do Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial e diretor da Faculdade de economia da Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP.

Foi secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) e subsecretário geral da ONU entre 1995 a 2004. Foi Ministro do Meio Ambiente e da Amazônia Legal e Ministro da Fazenda.

Foi chefe da Divisão de Difusão Cultural (1971-1974), chefe da Divisão da América Meridional – II e de Fronteiras (1977-1981), chefe do Departamento das Américas (1981-1985), assessor internacional do Presidente-eleito Tancredo Neves (1984-1985), subchefe da Casa Civil do Presidente da República (1985), assessor especial do Presidente da República (1985 – 1987), embaixador – representante permanente do Brasil em Genebra (1987 – 1991), coordenador do Grupo de Contacto sobre Finanças da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro (1992), embaixador do Brasil em Washington, (1991 – 1993), embaixador do Brasil em Roma (1995).

Em Genebra exerceu as atividades de presidente do Comitê de Comércio e Desenvolvimento do GATT (1989), presidente do Conselho dos Representantes do GATT (1990), presidente das Partes Contratantes do GATT (1990 – 1991) e presidente do Grupo Informal dos Países em Desenvolvimento do GATT (1989 – 1991).

Enquanto acadêmico, foi professor da Teoria de Relações Internacionais, da UnB, em Brasília (1979 – 1987, 1994), professor de História das Relações Internacionais do Brasil, do Instituto Rio Branco (1980 – 1987, 1994), professor honorário da Academia Diplomática do Peru e professor da UNITAR da ONU (cursos ministrados no Suriname e Gabão).

Com tantas credenciais, Rubens Ricúpero é o principal conferencista do 8º CBA.

Agenda: Conferência Master 04, dia 22/09, Sala 2/3,
a partir das 14h00

Confira a programação completa.

BUSA: LOGÍSTICA DO ALGODÃO PODE SER OTIMIZADA COM A COTTON LOG

12 de agosto de 2011

Nesses mais de 50 anos no mercado de algodão, a Busa desenvolveu muitas tecnologias que ajudaram os cotonicultores brasileiros. É responsável por aproximadamente 70% do fornecimento de produtos voltados para a colheita, transporte e beneficiamento do algodão brasileiro.

Todos esses anos de experiência contribuíram para o desenvolvimento de uma nova linha de equipamentos para o transporte do algodão, em 2011. Após anos de pesquisa, Luiz Carlos Rodrigues (Seu Busa), criou a Cotton Log.

A Cotton Log é uma linha composta por 6 equipamentos que irão facilitar a logística do algodão. Tecnologia única no Brasil, este conjunto de ferramentas irá acelerar a logística da colheita de algodão, e reduzir o número de máquinas e operadores.  “Queria criar algo que aumentasse a produtividade do cotonicultor e fosse mais viável para o transporte.” – Diz Rodrigues (seu Busa).

Os fardos redondos, uma das grandes novidades desta linha, ocupam menos espaço, facilitando a logística, já que podem ser transportados em maior quantidade, 3 vezes mais que a capacidade atual.

Lançado no primeiro semestre de 2011, a linha Cotton Log, que promete revolucionar e facilitar a vida do cotonicultor latino-americano, com o aumento da produtividade e a facilidade da logística, será apresentada na Cotton Expo 2011.

NOVOS PROBLEMAS DE DOENÇAS

11 de agosto de 2011

Edivaldo Cia

A literatura especializada registra a existência de pelo menos 250 patógenos que afetam o algodoeiro e cerca de 30 deles estão presentes no Brasil. A gravidade com que se manifestam na planta depende, todavia, do genótipo e do ambiente em que ocorrem.

Na cotonicultura brasileira as doenças têm sido manejadas basicamente de três formas: a) mediante cultivares resistentes, sobretudo nas áreas tradicionais de cultivo, com respeito à murcha de Fusarium, nematóides, ramulose e viroses; b) mediante rotação de culturas, nos casos de patógenos que se abrigam no solo e nematóides; e c) por meio de defensivos, principalmente com respeito ao controle de doenças foliares e vetores.

Além de dificuldades, custos e riscos já observados, tais práticas poderão ter a eficácia reduzida, em face de pelo menos os seguintes tipos de problemas, efetivos ou potenciais: 1) a presença e provável disseminação de nematóides e Fusarium nas áreas de cerrado e a inexistência de cultivares a eles resistentes, adequadas para os sistemas de produção ali vigentes; 2) possível limitação do emprego de rotação para o controle de nematóides, devido à suscetibilidade também das espécies para isso utilizadas; 3) riscos de surgimento de variantes de vetores resistentes a defensivos; 4) variabilidade de patógenos e quebra de resistência varietal, como já se verificou com Ramularia e mosaico das nervuras; 5) risco de doenças consideradas secundárias se tornarem importantes, devido a alta suscetibilidade de cultivares, como ocorreu com Ramularia.

Edivaldo Cia é o coordenador da Sala Especializada Novos Problemas de Doenças, onde ele próprio abordará o tema “Variabilidade de Patógenos do Algodoeiro”.

Também participarão desta Sala Especializada Rafael Galbieri, do IMA-MT, com o tema “Problemas Atuais de Doenças de Algodoeiro: Viroses e Mancha de Ramularia”, e Nelson Suassuna, da Embrapa Algodão, com o tema “Mofo Branco no Algodoeiro”.

Dia 20/09/2011, período da tarde. Confira a programação completa.

IAPAR É PARTICIPANTE ATIVO DO 8º CBA

3 de agosto de 2011

O IAPAR – Instituto Agronômico do Paraná é vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (SEAB). É o órgão de pesquisa que dá embasamento tecnológico às políticas públicas de desenvolvimento rural do Estado do Paraná.

Nesta entrevista, o seu Presidente, Dr. Florindo Dalberto, fala da presença do IAPAR no 8º CBA, com pesquisadores, trabalhos científicos e participação na programação de Mesas Redondas e Salas Especializadas.

Como será a participação do IAPAR no Congresso Brasileiro do Algodão? Haverá exposições de projetos ou pesquisas do instituto?

O IAPAR enviará cinco pesquisadores ao evento. A equipe apresentará vários trabalhos de pesquisa, alguns dos quais de alta relevância científica. Terá, também, trabalhos em co-autoria enviados por pesquisadores de outras instituições com as quais o IAPAR mantém cooperação científica, como o IAC, por exemplo. Prevê-se, ainda, a participação de pesquisadores do IAPAR em, pelo menos, uma Mesa Redonda e uma Sala Especializada, nas quais serão discutidos problemas de relevo da cotonicultura nacional.

Serão disponibilizados aos participantes estudos exclusivos? Pode apresentar, por gentileza, um pequeno resumo?

Dentre os trabalhos enviados por pesquisadores do IAPAR ao 8º CBA destacamos o trabalho “Demonstração de mecanismo de resistência e da presença de genes diferentes de resistência a Ramularia areola, em dois genótipos de algodoeiro”. Esse estudo representa importantíssimo passo em direção à solução genética para o controle da principal doença da cotonicultura brasileira – a ramulária – hoje controlada por via química, com até oito aplicações de fungicidas, que custam centenas de milhões de reais, a perda de competitividade dessa importante atividade e um enorme impacto ao meio ambiente.

Diante deste recente movimento/aquecimento do algodão no Brasil o cenário dentro do IAPAR também alterou, ou seja, está havendo ou haverá incremento de estudos ou pesquisas? Por quê?

O Programa Algodão do IAPAR vem realizando pesquisas há mais de 35 anos ininterruptamente. A expansão da atividade agrícola e o aquecimento do mercado, embora tenham efeito motivador, não causam impacto imediato em um programa de pesquisa estabilizado. Porém, o IAPAR encontra-se em pleno processo de elaboração de seu novo Plano Diretor da Pesquisa, o que poderá resultar em alterações de suas linhas de pesquisa.

Como o participante poderá se beneficiar ou utilizar do conteúdo que será apresentado pelo IAPAR durante o Congresso? Serão colocados profissionais à disposição dos interessados para que possam tirar dúvidas? Haverá orientação aos que desejam aplicar as técnicas em suas plantações?

Os trabalhos científicos serão expostos em pôsteres durante o evento e seu(s) autor(es) permanecerão à disposição dos interessados para discutir as informações ali apresentadas. Por outro lado, tanto as palestras quanto os trabalhos científicos serão oferecidos aos participantes nos anais do 8º CBA. Por fim, os pesquisadores do IAPAR permanecerão no 8º CBA durante todo o tempo e estarão à disposição dos participantes.

Dr. Florindo Dalberto
Presidente do IAPAR

O Dr. Florindo Dalberto se especializou ao longo da carreira em gestão de pesquisa, mas iniciou suas atividades profissionais na área de cafeicultura, trabalhando como agrônomo no escritório do Instituto Brasileiro do Café (IBC), em Londrina. No final da década de 1960, coordenou o projeto que resultou na implantação do IAPAR, do qual foi secretário geral e presidente. Também presidiu a Associação do Desenvolvimento Tecnológico de Londrina e Região (Adetec) e o Conselho Nacional das Entidades Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa). Foi secretário-executivo do Fórum Nacional de Secretários da Agricultura; gerente da Câmara Setorial do Café do Paraná e membro do Conselho Assessor Nacional da Embrapa e do Conselho Diretor do Consórcio Brasileiro de Pesquisa do Café. Integrou e coordenou missões de intercâmbio tecnológico na área agrícola em 14 países e junto a organismos internacionais. Em 2009, ocupou os cargos de Secretário Municipal da Agricultura e de Secretário do Meio Ambiente de Londrina. Foi presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina e da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná. Assumiu pela segunda vez a presidência do IAPAR em janeiro deste ano.

Tecnologia Bollgard RR™ : o algodão descomplicado

22 de julho de 2011

A Deltapine, marca mundial de algodão da Monsanto, apresenta aos cotonicultores brasileiros o primeiro cultivar com duas tecnologias na mesma planta. Trata-se da Tecnologia Bollgard RR™, que confere ao algodão tolerância aos herbicidas à base de glifosato e controle de três importantes pragas que atacam a cultura: o curuquerê do algodoeiro (Alabama argillacea), a lagarta-da-maçã (Heliothis virescens) e a lagarta rosada (Pectinophora gossypiella).

O algodão Bollgard RR™ é o quarto produto da Monsanto voltado à cotonicultura para cultivo comercial no Brasil A primeira geração do algodão resistente a insetos aprovada no Brasil pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), em 2005, foi a Tecnologia Bollgard®, desenvolvida com o objetivo de proteger as lavouras contra as infestações da lagarta-da-maçã (Heliothis virescens), do curuquerê do algodoeiro (Alabama argillacea) e da lagarta rosada (Pectinophora gossypiella). Essa proteção é possível graças à expressão da proteína Cry1Ac, oriunda da bactéria Bacillus thuringiensis subespécie kurstaki (B.t.k).

A ação da Tecnologia Bollgard® no controle das três lagartas é bem simples: ao se alimentarem do algodão Bollgard®, elas ingerem a proteína Cry1Ac, que atua em seus tubos digestivos, determinando seus controles antes que causem prejuízos à lavoura. Com o algodão Bollgard® é possível reduzir o custo de tratamentos com inseticidas para essas três lagartas, focando a utilização dos mesmos apenas contra os insetos não-alvos da tecnologia. Neste caso, o controle de pragas é feito por classes e dosagens de produtos diferentes e específicos para cada praga, o que traz benefícios ao meio ambiente, como mostra o exemplo na figura 1:

Os benefícios da Tecnologia Bollgard® vão além da redução de custos na utilização de inseticidas, por proporcionar o melhor controle das pragas-alvo, proteção mais eficiente de capulhos, em comparação aos inseticidas aplicados em algodão convencional, e aumento da rentabilidade e segurança também para os grandes e pequenos produtores.

O algodão Roundup Ready®, tolerante a herbicidas à base de glifosato e aprovado em 2008 pela CTNBio, foi desenvolvido pela Monsanto com o objetivo de possibilitar o controle eficaz de plantas daninhas que competem com a cultura. Dessa forma, os herbicidas à base de glifosato agem somente sobre as plantas daninhas, sem afetar o desenvolvimento do algodão Roundup Ready®, trazendo benefícios adicionais ao produtor e ao meio ambiente.

O glifosato bloqueia a enzima EPSPS, responsável por processos envolvidos na produção de aminoácidos importantes para o crescimento das plantas. Além do gene que codifica a enzima EPSPS normal, o algodão com a Tecnologia RR possui também outro gene (cp4-epsps) que codifica uma enzima EPSPS com a mesma função e impede a morte da planta pela molécula de glifosato. As aplicações foliares de glifosato podem ser feitas até a quarta-folha verdadeira do algodoeiro RR (V4). Após essa fase, a aplicação do herbicida deverá ser feita de forma dirigida ou protegida na entrelinha da cultura, em qualquer momento em que essa forma de aplicação seja tecnicamente possível.

Estratégias eficazes

O algodão com a Tecnologia Roundup Ready® é uma ferramenta para os produtores e deve ser implementado conforme as diferentes situações de infestação encontradas nas fazendas. Entretanto, para a máxima eficiência de controle de plantas daninhas e para a máxima expressão do potencial produtivo do cultivar de algodão RR plantado, o principal sistema de controle a ser recomendado será composto por:

  1. Dessecação antecipada da área (30 DAP) e com dessecação pré-plantio (caso seja necessária);
  2. Aplicação pós-emergente de Roundup até a quarta-folha verdadeira do algodoeiro (V4), seguida de aplicação de produtos com ação residual em pós-emergência da cultura;
  3. Jato dirigido na entrelinha da cultura, com Roundup associado a produto com ação residual em pós-emergência da cultura.

Com base nos resultados gerados nos experimentos autorizados pela CTNBio em cinco safras consecutivas, o time de Desenvolvimento Tecnológico da Monsanto tem discutido profundamente os temas de resistência de plantas daninhas a herbicidas e de resistência de insetos aos inseticidas, em conjunto com profissionais de outros países e com a comunidade acadêmica. O objetivo é estabelecer e implantar estratégias de manejo que evitem o aparecimento de resistência e propor soluções para o problema na eventualidade de seu surgimento.

Para o algodão Roundup Ready® serão incentivadas ações para evitar o surgimento de resistência. Entre as sugestões estão a rotação de culturas e o controle complementar de plantas daninhas por meio de herbicidas com diferentes modos de ação.

Futuro promissor

A combinação das características proporcionadas pelo Bollgard RR™ amplia os benefícios das tecnologias individuais desenvolvidas e aprovadas. Para os agricultores, maximizam-se as opções e a flexibilidade de manejo, já que poderão adotar um único cultivar, contendo resistência a insetos e tolerância ao glifosato, mais adaptado às necessidades da sua produção.

Além de facilitar o dia a dia na fazenda, a Tecnologia Bollgard RR preserva o meio ambiente, já que garante maior presença de insetos benéficos, preservação de animais (aves) nas lavouras, menor contaminação de cursos d’água e poluição do ar, diminuição na sobra de embalagens e segurança de manejo ao trabalhador.

Os produtores encontram a Tecnologia Bollgard RR no cultivar NuOPAL RR,  que proporciona ótimo custo-benefício com diminuição de ciclo. A NuOPAL RR, na população recomendada de  100 mil plantas, apresenta as  seguintes características agronômicas:

  • Cultivar de ciclo médio / precoce;
  • Resistência à virose e bacteriose;
  • Ideal para solos com boa fertilidade e finalização do plantio em época normal, evitando os plantios de abertura;
  • Adequada aos plantios de safrinha;
  • Qualidade de fibra alinhada aos padrões internacionais de exportação.

Comitiva de pesquisadores africanos participará do 8º Congresso Brasileiro do Algodão.

15 de julho de 2011

Eles fazem parte do projeto Cotton-4, que tem o apoio da Embrapa e da ABC – Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores.

Em release para a imprensa, a Embrapa apresenta os integrantes da comitiva e seus objetivos específicos para o Congresso, fala do projeto Cotton-4 e informa a possibilidade de criação de um novo projeto inspirado no Cotton-4.

Carlos Alberto Domingues

Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Algodão

“Além da participação como congressistas, os pesquisadores africanos aproveitarão a oportunidade para verificar a possibilidade de criação de um novo projeto nos moldes do Cotton-4”.

Os pesquisadores africanos também estão interessados em conhecer as novas tecnologias que serão apresentadas durante o 8º Congresso Brasileiro do Algodão, de 19 a 22 de setembro, em São Paulo. Uma comitiva formada por 12 pesquisadores integrantes do projeto Cotton-4 já confirmou presença no evento. O projeto Cotton-4 é composto por Benin, Burkina Faso, Chade e Mali e visa promover o desenvolvimento do setor algodoeiro nesses países, com foco em ações de transferência de tecnologias e capacitação.

“Além da participação como congressistas, os pesquisadores africanos aproveitarão a oportunidade para verificar a possibilidade de criação de um novo projeto nos moldes do Cotton-4”, informou o chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Algodão, Carlos Alberto Domingues.

Segundo ele, durante o congresso, os integrantes do Cotton-4 também pretendem definir como serão investidos os recursos oriundos da quebra dos subsídios agrícolas dos Estados Unidos, em conjunto com o Instituto Brasileiro do Algodão – IBA.

Cotton-4

O algodão é um produto agrícola de extrema importância para cerca de 30 países africanos, chegando a representar mais de 50% do PIB de alguns países. Por isso, a Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores – ABC e a Embrapa resolveram unir esforços para apoiá-los no desenvolvimento da cotonicultura, por meio do Projeto Cotton-4.

Em 2009 a Embrapa instalou, numa área de 3,4 hectares no Centro Regional de Pesquisa Agronômica de Sotuba, parcelas demonstrativas com sementes das variedades Araçá, Buriti, Safira, Cedro, Aroeira, BRS 293, Sucupira, BRS 286, Jatobá e Seridó (todas da Embrapa Algodão), juntamente com cultivares locais (do Mali) e regionais (dos outros três países africanos que formam o bloco Cotton-4).

O projeto ainda prevê a instalação de um laboratório de ponta para caracterização molecular de espécies de algodão no Mali, onde inicialmente serão desenvolvidas pesquisas com algodão e, no futuro, poderá ser utilizado para análises genéticas de outras culturas agrícolas.

Congresso Brasileiro do Algodão

Com o tema “Evolução da cadeia para construção de um setor forte”, o 8º Congresso Brasileiro do Algodão & Cotton Expo 2011 será promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – Abrapa e Associação Paulista dos Produtores de Algodão – APPA, de 19 a 22 de setembro, em São Paulo.

Durante o evento, serão apresentados os resultados de pesquisas recentes da fitotecnia, fertilidade de solo, entomologia, fitopatologia e fisiologia, destacando as áreas de melhoramento genético e biotecnologia. “O empresário rural terá oportunidade para a obtenção de novos conhecimentos, discussão de temas pertinentes à área de atuação e contato com pesquisadores, técnicos e outros produtores. O evento será um momento de reflexão do setor, permitindo aos envolvidos prospectar os caminhos a serem trilhados que garantam a sustentabilidade da atividade”, explica o pesquisador da Embrapa Algodão, José Ednilson Miranda.

Congresso Brasileiro do Algodão

Com o tema “Evolução da cadeia para construção de um setor forte”, o 8º Congresso Brasileiro do Algodão & Cotton Expo 2011 será promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão – Abrapa e Associação Paulista dos Produtores de Algodão – APPA, de 19 a 22 de setembro, em São Paulo.

Durante o evento, serão apresentados os resultados de pesquisas recentes da fitotecnia, fertilidade de solo, entomologia, fitopatologia e fisiologia, destacando as áreas de melhoramento genético e biotecnologia. “O empresário rural terá oportunidade para a obtenção de novos conhecimentos, discussão de temas pertinentes à área de atuação e contato com pesquisadores, técnicos e outros produtores. O evento será um momento de reflexão do setor, permitindo aos envolvidos prospectar os caminhos a serem trilhados que garantam a sustentabilidade da atividade”, explica o pesquisador da Embrapa Algodão, José Ednilson Miranda.

A Embrapa Algodão, juntamente com o Instituto Agronômico de Campinas – IAC, será responsável pelas avaliações dos trabalhos científicos inscritos pelos congressistas.

A programação completa do 8º Congresso Brasileiro do Algodão & Cotton Expo 2011 pode ser acessada no site www.cba2011sp.com.br.

Inscrições e informações: contato@cba2011sp.com.br/ (11) 5084.1383.

NOVA COLHEDORA MODULE EXPRESS 635 SERÁ DESTAQUE DA CASE IH NA COTTON EXPO 2011.

7 de julho de 2011

Em entrevista à Organização do 8º CBA & Cotton Expo 2011, Cesar Di Luca, Diretor Comercial da Case IH, afirma que as perspectivas futuras para o algodão são muito boas, e isso vai acelerar as decisões de investimentos tanto da fábrica como da Rede de Concessionários.

Cesar acredita no potencial comercial da Cotton Expo 2011, e anuncia que a Case IH vem para o evento com a nova colhedora de algodão Module Express 635.

Tendo já participado de outras edições da Cotton Expo, como a Case IH pode capitalizar a experiência anterior para tirar o máximo proveito desta edição?

O grande objetivo da Case IH é estar cada vez mais próxima dos seus clientes, ou seja, entender as suas necessidades, acompanhar a evolução do mercado algodoeiro e desenvolver soluções cada vez mais alinhadas com as expectativas dos nossos clientes.

Em que aspectos São Paulo pode tornar especial a Cotton Expo 2011?

São Paulo é o grande centro econômico nacional, portanto com sua grande rede de relacionamentos, São Paulo concentra boa parte dos principais executivos das grandes corporações, podendo viabilizar diversos negócios durante a feira.

A proposta dos organizadores é consolidar a Cotton Expo um centro gerador de negócios. Como a Case IH se coloca neste contexto?

Como a Case IH é uma grande parceira do produtor rural, a empresa oferece soluções para potencializar os lucros do agricultor. Com a nova colhedora de algodão Module Express 635, além de um desempenho superior, o produtor também produzirá fardos de altíssima qualidade, estando prontos para entrarem nas algodoeiras nacionais.

O bom momento por que passa o algodão brasileiro pode influir nos investimentos e estratégias da Case IH para o futuro? Como?

A Case IH sempre esteve junto ao setor algodoeiro independente dos momentos, porém, sem duvida que as perspectivas futuras são muito boas e isso vai acelerar as decisões de investimentos tanto da fábrica como da nossa rede de concessionários.

Pode-se antecipar alguma novidade ou estratégia da Case IH para a Cotton Expo 2011?

A Case IH vai apresentar ao mercado de algodão, durante a Cotton Expo 2011, um novo modelo de colhedora, a Module Express 635, que além de garantir o desempenho superior das colhedoras da marca, agrega também a capacidade de enfardar o algodão colhido.

São Paulo, meca do consumo.

4 de julho de 2011

Pense em qualquer coisa que queira comprar. Você encontra em São Paulo. Seja do Brasil ou de qualquer parte do mundo. Dos produtos populares e artesanais às melhores e mais cobiçadas marcas, São Paulo vai sempre vai acrescentar algo à sua bagagem de volta.

Um tour de compras pode começar pela popular Rua 25 de Março, onde andar é difícil, mas se encontra de tudo a preços que só a 25 tem. A rua é conhecida como o maior shopping a céu aberto da América Latina.

Tem ruas de comércio específico, como a Rua Santa Efigênia, especializada em eletroeletrônicos e produtos de informática. Para ferramentas, tem a Florêncio de Abreu. Roupas e acessórios a preços mais acessíveis são encontrados nos Bairros do Brás, Bom Retiro e Itaim.

Para quem faz questão de produtos de grife, as melhores marcas do mundo são encontradas na região dos Jardins, principalmente na Rua Oscar Freire, e também em alguns shoppings sofisticados da Zona Sul, como Iguatemi e Cidade Jardim. São Paulo reúne distribuidores de todas as marcas de automóveis e motos, inclusive as mais cobiçadas do mundo.